RPet Javier Milei, presidente eleito da Argentina, é tutor de cinco cachorros clonados; entenda

Javier Milei, presidente eleito da Argentina, é tutor de cinco cachorros clonados; entenda

Os pets foram criados por cientistas em um laboratório em Nova York, nos Estados Unidos

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Javier Milei já esteve com seus cachorros em um programa de TV argentino

Javier Milei já esteve com seus cachorros em um programa de TV argentino

Reprodução/YouTube/América TV

Javier Milei, recém-eleito presidente da Argentina, tem uma história um tanto quanto curiosa com seus cinco cachorros da raça mastim. Segundo informações do jornal The New York Times, o detalhe incomum é que os pets foram criados em um laboratório em Nova York, nos Estados Unidos, e são cópias genéticas, ou seja, clones do antigo cão de Milei, chamado Conan — que, inclusive, também é o nome de um dos novos mastins.

De acordo com o jornal, o nome do cachorro original é uma homenagem ao personagem Conan, do filme Conan, o Bárbaro. O animal em questão seria uma parte importante do passado do governante. Milei conta que o cão salvou a vida dele e lhe fez companhia durante muitos Natais em que passou sozinho, quando ele se sentia abandonado por outras pessoas.

Os animais clonados também são exemplo de uma tendência crescente entre os tutores de pets abastados, fato que está levantando questões éticas complicadas. Ainda segundo o NYT, em 2018, após a morte de Conan, Milei pagou US$ 50 mil (R$ 245 mil) por um procedimento que garantiria a ele pelo menos um clone.

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Figuras como a cantora Barbra Streisand e a estilista Diane von Furstenberg também entraram na onda. A artista é tutora de dois clones de seu coton de tulear, enquanto a designer tem três clones de seus jack russell terriers.

Diversas empresas nos Estados Unidos, na China e na Coreia do Sul já clonaram centenas de cães desde 2005.

Ron Gillespie, dono da empresa responsável pelos clones de Conan, conta que Milei fez um investimento inicial de US$ 1.200, cerca de R$ 5.800, para enviar uma amostra do tecido do cão. Então, os cientistas usaram esse tecido para cultivar células repletas do DNA de Conan e, depois, congelá-las criogenicamente (algumas células permanecem congeladas).

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